Tem como principal fator de desenvolvimento a associação do tabagismo (esse disparado na frente sendo o principal) e do álcool (que não causa diretamente o câncer da garganta, mas facilita que o cigarro atue com maior facilidade) e a incidência dos casos no Brasil, que é alta, em especial em homens.

Assim como acontece com o câncer da tireoide, em que a cirurgia passa a ser o tratamento assertivo, sem a necessidade de complementação com quimioterápicos e radiação, no câncer de laringe, para alguns casos, está indicado a ressecção a laser, a cirurgia endoscópica a laser. Eu, particularmente, gosto da ressecção a laser. Quando bem indicada evita a radioterapia, que por vezes é uma opção nos canceres da laringe. A Radioterapia tem mais efeitos colaterais do que a cirurgia a laser isoladamente.
As principais vantagens do laser são a recuperação rápida e o retorno às atividades cotidianas e à vida social. Na maioria dos casos, esse tratamento não requer o uso da traqueostomia! Outro ponto favorável desta técnica cirúrgica é o menor risco de sequelas, com índices positivos de preservação da voz.


