Parcial

A abordagem de remoção parcial da glândula da tireoide é muito positiva pois permite que o paciente mantenha as atividades de produção de hormônio tireoidiano.

Com isso, é menor a possibilidade de reposição de hormônio tireoidiano sintético, com levotiroxina. O tamanho e posição do nódulo influencia diretamente no tipo de abordagem a ser escolhida.

Gosto bastante desta abordagem, pois considero a melhor escolha na maioria dos casos (opinião minha, claro!) . Preservando a glândula, você ou não toma o hormônio ou toma uma dose menor

Não está indicada em casos de tumores maiores, esvaziamento cervicais com mais de 5 linfonodos positivos, presença de linfonodo maior de 2 milímetros, presença de gânglios em cadeias linfonodais que não as do nervo recorrente (chamado de cadeia VI), ou seja, não é para todos! Discuta com seu Médico e juntos, escolham a mais indicada para você!!

Esta técnica pode ser feita pelo método convencional (corte na frente do pescoço, mais comumente feito), vestibular (TOETVA), ou por robô (TORTVA).